Sorrir faz bem!

14/04/2009

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Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.

Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.

Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.

Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905-1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica. Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.

A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.

Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la.

O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este, que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.

Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.

Fonte: Equipe Brasil Escola


Produção de amoníaco

12/04/2009

Material:

  • Tubo de ensaio;
  • Lamparina de álcool;
  • Tripé e grelha;
  • Rolha de cortiça perfurada;
  • Óculos de proteção;
  • Tubo de vidro;
  • Tubo de borracha.

Compostos:

  • Cloreto de amônio;
  • Hidróxido de cálcio;
  • Água destilada.

Procedimento:

1.      Mistura bem o cloreto de amônio com o hidróxido de cálcio. (a mistura deve ser feita sobre um papel, de maneira a obter a melhor mistura possível)

2.      Transfere a mistura sólida para o fundo de um tubo de ensaio (1). (a transferência deve ser feita com a ajuda de um cone feito de folha de papel).

3.      Une o tubo de vidro à cortiça perfurada, numa das suas pontas. Une a outra ponta a um tubo de borracha. Por fim, une o tubo de ensaio (1) à rolha de cortiça perfurada. (a união do tubo de vidro à cortiça perfurada deve ser feita com a ajuda de um pano de algodão. O pano terá a função de proteger as mãos no caso de o tubo partir).

4.      Enche com água destilada metade do segundo tubo de ensaio (2), inserindo depois a ponta do tubo de borracha livre no seio desta.

5.      Aquece a mistura sólida do tubo de ensaio (1). O aquecimento deverá ser feito pela chama da lamparina de álcool. (durante o aquecimento, o tubo de ensaio (1) deve estar na horizontal, pois isso fará com que o sólido esteja mais espalhado, facilitando o aquecimento de uma maior quantidade de sólido. No decorrer do aquecimento, irá ser verificada a subida de água destilada no tubo de borracha, devendo-se isso à variação de pressão no tubo de ensaio (1). Quando a água começar a subir deve-se ter o cuidado de tirar um pouco o tubo de borracha do seio desta).

6.      A solução que se irá formar no tubo de ensaio (2) é chamada solução de amônia. (a solução deverá ter um cheiro forte, característico do amoníaco)
  (hidróxido de sódio) como base forte. A água destilada pode ser utilizada como neutra.


Produção de um indicador ácido/base

12/04/2009

Material:

  • Panela. Fogão;
  •  Coador;
  •   Vidro de relógio;
  • Faca;
  •  Tábua de cozinha. 

Compostos:

  • Couve-roxa;
  •  Água destilada;
  •  Água da torneira;
  • Hidróxido de sódio;
  • Vinagre.

Procedimento:

1.      Corta em pedacinhos, uma ou duas folhas de couve-roxa (bem roxa). (deves cortar a couve sobre uma tábua de cozinha, para ser facilitado o próximo passo da experiência).

2.      Leva pelo menos 1 litro de água destilada à ebulição. O aquecimento da água pode ser feito num fogão a gás, com a ajuda de uma panela. (podes fazer o aquecimento da água por outros meios -Microondas,…).

3.      Quando a água atingir a ebulição, tira a panela do fogão e deita a couve na água. (deverás ter cuidado com o manuseamento da panela com a água a ferver, pois podem causar graves queimaduras).

4.      Deixa arrefecer a água destilada com a couve-roxa até esta ficar fria. Depois coa o líquido resultante. O líquido deve ter uma cor roxo – avermelhado – escura. (o mais importante agora é saber quais as cores que este indicador adquire quando em contacto com soluções com características alcalinas, ácidas ou neutrais. Para soluções neutras o indicador irá manter a sua cor original, para soluções ácidas o indicador irá tornar-se vermelho. Em relação às alcalinas o indicador poderá adquirir duas cores distintas, sendo azul para soluções alcalinas fracas e verde para soluções alcalinas fortes).

Para os testes de acidez deves verter um pouco de indicador para um vidro de relógio. Depois adiciona-lhe a solução que queres estudar. Podes utilizar o vinagre (ácido acético) como ácido, a água da torneira como base fraca e a soda cáustica (hidróxido de sódio) como base forte. A água destilada pode ser utilizada como neutra.


Produza sabão em casa

12/04/2009

Material:

  •  Becker grande;
  •  Lamparina de álcool;
  •  Tripé e grelha;
  •  Colher de cozinha;
  •  Óculos de protecção;
  •  Luvas de látex.

 Compostos:

  • Lamparina de álcool;
  •  Hidróxido de sódio (soda cáustica);
  •  Cloreto de sódio (sal comum);
  • Gordura;
  •  Perfume;
  •   Água destilada.

 Procedimento:

1.      Atenção! Durante a execução desta experiência deves proteger as mãos com umas luvas e os olhos com uns óculos.

2.      Prepara uma solução de hidróxido de sódio. (a preparação desta solução deve ser cuidadosa porque o hidróxido de sódio é muito alcalino. O hidróxido de sódio é normalmente fornecido no estado sólido, devendo este ser transferido para um becker já com água com a ajuda de uma colher de plástico. O hidróxido de sódio é fornecido ao goblé depois de este já ter a água, porque esta forte base ataca o vidro ficando os grãos colados às paredes do becker, sendo depois a sua remoção bastante difícil).

3.      Adiciona um pouco de gordura à solução de hidróxido de sódio. (a gordura adicionada pode ser um pedaço pequeno de manteiga, também podendo ser utilizado um pouco de óleo ou azeite).

4.      Aquece a solução e deixa-a ferver durante um certo período de tempo. (com o calor fornecido pela chama da lamparina a fervura não será muito intensa, mas deverás ser cauteloso pois a solução que estamos a aquecer é muito alcalina. Se durante a fervura houver salpicos para fora do becker, estes deverão ser imediatamente limpos com um pano húmido).

5.      Verte a solução tratada para outro goblé, acrescentando depois uma colher de cloreto de sódio (sal comum) e um pouco de perfume. Deixa arrefecer a solução. (deverás ser cauteloso no manuseamento do becker quente, pois como é sabido, o vidro quente ou frio parece o mesmo).

6.      A flutuar na solução encontra-se um determinado sólido que pode ser designado de sabão perfumado. (o sabão trata-se de um bom meio de limpeza porque é formado por uma parte apolar que é dada pela gordura, e outra parte polar que é fornecida pelo sal e hidróxido de sódio. Devido a estas características o sabão tanto atrai para si moléculas polares ou apolares).


Tem bicho novo na praça!

11/04/2009

 

Ou melhor, na ilha. Espécies são descobertas na Papua-Nova Guiné

 

 Na região montanhosa, onde correm rios torrenciais, é possível ouvir o canto alto e estridente de um sapo de cachoeira, uma das prováveis novas espécies encontradas. Ele usa esse som para atrair uma parceira, mas não é o único cantor entre os animais recém-descobertos. Outro anfíbio até então desconhecido pela ciência, que vive em encostas de pedra calcária e pode ser reconhecido pelo som alegre e agudo que produz é um pequeno sapo marrom.

Duas espécies de sapo estão entre os animais descobertos em ilha do oceano Pacífico (fotos: Steve Richards).

Duas espécies de sapo estão entre os animais descobertos em ilha do oceano Pacífico (fotos: Steve Richards).

Já ouviu falar na Papua-Nova Guiné? Esse é o nome de uma ilha que está localizada no oceano Pacífico, próximo à Austrália. Entre julho e agosto de 2008, cientistas estiveram em montanhas que ficam em sua região central e encontraram um tesouro: 56 espécies que são provavelmente novas para a ciência. Entre elas, há 50 aranhas, duas plantas, dois sapos, uma perereca e uma lagartixa que até então eram desconhecidas pelos pesquisadores e, agora, são apresentadas ao público. 

 Aranhas saltadoras

Assim como os sapos cantores, outros animais descobertos em Papua-Nova Guiné têm características curiosas. Todas as 50 aranhas identificadas ali como novas espécies, por exemplo, são saltadoras. Em geral, bichos desse tipo podem pular até 15 centímetros, mesmo sem ter grandes pernas, pois usam a pressão do sangue para permitir seus saltos. 

Esta aranha saltadora é, provavelmente, uma nova espécie para a ciência (foto: Wayne Maddison).

Esta aranha saltadora é, provavelmente, uma nova espécie para a ciência (foto: Wayne Maddison).

 Na viagem à ilha do oceano Pacífico, aliás, foram descobertos três novos gêneros de aranhas saltadoras. Mas você sabe dizer por que isso é importante? Um gênero reúne espécies semelhantes, que compartilham algumas características, como forma do corpo, comportamento e cor. Diz-se que novos gêneros foram descobertos quando são encontrados bichos que não se encaixam em nenhum dos já existentes. Achados desse tipo são valiosos, pois são mais uma pista para os cientistas entenderem como esses animais evoluíram ao longo do tempo. 

 Lagartixa diferente

A lagartixa encontrada em Papua-Nova Guiné usa suas garras para subir em árvores (foto: Steve Richards).

A lagartixa encontrada em Papua-Nova Guiné usa suas garras para subir em árvores (foto: Steve Richards).

Além das aranhas saltadoras e dos sapos cantores, um outro bicho também merece destaque entre os encontrados em Papua-Nova Guiné. Trata-se de uma lagartixa, que foi localizada em partes densas de floresta. Ela apresenta uma característica incomum para um animal desse tipo: em vez de usar a parte de baixo de suas patas para subir em árvores, utiliza suas garras. Mas o trabalho realizado na Papua-Nova Guiné não se limitou à descoberta de animais. Duas novas espécies de plantas também foram localizadas: arbustos da floresta natural que dão flores.

 Conteúdo na integra em: http://cienciahoje.uol.com.br/141785


Redução de níquel nos oceanos fez aparecer formas complexas de vida

11/04/2009
Células eucariotas surgiram após oxigenação.

Células eucariotas surgiram após oxigenação.

 

O aumento da concentração de oxigénio na atmosfera que permitiu o aparecimento das formas complexas de vida deveu-se a uma redução da quantidade de níquel na Terra há 2,4 mil milhões de anos.

Esta é a conclusão de um estudo de investigadores norte-americanos e canadianos hoje publicado na revista Nature.

Segundo os cientistas, a oxigenação “alterou de forma irremediável o ambiente à superfície da Terra e tornou possível as formas de vida avançadas”, segundo Dominique Papineau, do Laboratório de Geofísica do Instituto Carnegie e co-autor do estudo.

Quer ler mais sobre o assunto, acesse o link http://jornaldesites.net/frames/rd/rd.php?url=http://www.cienciahoje.pt.


Sono limpa cérebro para dar lugar a novas informações

06/04/2009
 É possível seguir a criação de novas sinapses através da mosca da fruta

Dormir bem de noite ajuda a consolidar memórias importantes.

Dormir bem de noite ajuda a consolidar memórias importantes.

Uma equipa de investigadores norte-americanos concluiu  que o sono ajuda a limpar o cérebro de informações desnecessárias e a dar lugar a novas aprendizagens, num trabalho hoje publicado pela revista Science.  Paul Shaw e a sua equipa de investigadores na University School of Medicine de Saint Louis, que estudam a mosca da fruta, começaram por querer saber quantas ligações neuronais ou uniões de células se alteram durante o dono. 

Para os neurologistas, a criação de novas ligações entre neurónios (sinapses) é uma forma fundamental do cérebro codificar recordações e aprendizagens, mas como estas não podem manter-se indefinidamente, é aí que o sono desempenha o seu papel.  Neste sentido, a função principal do sono seria libertar o cérebro das informações irrelevantes registadas no dia anterior.  Segundo os investigadores, é possível seguir a criação de novas sinapses no cérebro da mosca da fruta num momento de aprendizagem e mostrar como o sono diminui o número de sinapses.

Os cientistas vêem nestas moscas um bom modelo para estudar o sono nos humanos, já que, como as pessoas, estes insectos precisam de seis a oito horas de sono por noite e mostram sinais físicos e mentais de privação quando não dormem o suficiente.

Limpar o lixo do cérebro

Muito do que aprendemos num dia não precisamos de memorizar”, afirmou outra autora do estudo, Chiara Cirelli, da Universidade de Wisconsin-Madison, acrescentando: “Se usarmos todo o espaço, não podemos aprender mais sem limpar o lixo do cérebro”. 

A descoberta reforça a ideia de que é essencial dormir bem de noite para consolidar as memórias importantes da véspera e eliminar as que estão a ocupar espaço desnecessariamente. Já se sabia que o sono promove a aprendizagem, mas esta equipa chegou  à conclusão de que “a aprendizagem aumenta a necessidade de dormir”. 

Atualmente, muitas pessoas estão preocupadas com os seus empregos e com a economia, e algumas delas estão a dormir pouco por causa disso”, disse Paul Shaw. Porém, “estes dados sugerem que o melhor a fazer para estar em forma e aumentar as hipóteses de manter o emprego é dar alta prioridade a dormir o tempo necessário”, concluiu.

 Matéria Publicada dia 03/04/2009 - http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=30503&op=all


Densidade dos corpos

04/04/2009

Quanto maior for a diferença de densidade entre um líquido e um sólido, menor é a fração do sólido que permanece submersa no líquido. Isso explica por que é mais fácil nadar na água salgada do que na água doce. Na realidade, nosso corpo fica menos submerso na água do mar. Em casa mesmo podemos verificar esse fato, colocando um pedaço de gelo para flutuar num copo com água de torneira e em outro copo contendo salmoura, depois comparamos os dois sistemas observando em qual dos copos o gelo permanece mais submerso. Essa propriedade esclarece como os peixes utilizam a bexiga natatória para regular sua densidade e nadar em várias profundidades.


Princípio de Pascal

04/04/2009

Quando você usa o seu tubo de pasta de dentes, está aplicando o Princípio de Pascal. A pressão aplicada num extremo do tubo transmite-se a todas as partes da pasta, fazendo com que saia pasta do outro extremo do tubo.


Pressão e Profundidade

04/04/2009

O fato de a pressão aumentar com a profundidade pode ser percebido pelos moradores de um edifício em que a caixa d’água está no teto. Nos andares mais baixos jorra com maior pressão que nos andares mais altos.


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